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CNJ apura transferência de R$ 2,8 bilhões do Tribunal de Justiça do Maranhão para o Banco de Brasília

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calendar_today 06/02/2026 schedule 19:54
**CNJ apura transferência de R$ 2,8 bilhões do Tribunal de Justiça do Maranhão para o Banco de Brasília**O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu procedimento para investigar a transferência de aproximadamente R$ 2,8 bilhões do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) para o Banco de Brasília (BRB). A apuração busca esclarecer as circunstâncias, a legalidade e os critérios que motivaram a movimentação dos recursos públicos, realizada em meio a investigações conduzidas pela Polícia Federal que apuram suspeitas de gestão fraudulenta envolvendo a instituição financeira. Segundo informações preliminares, o montante transferido é oriundo de depósitos judiciais e outros valores sob a guarda do Judiciário maranhense. A mudança da instituição responsável pela administração desses recursos levantou questionamentos quanto à transparência do processo, aos estudos técnicos que embasaram a decisão e aos possíveis riscos ao erário. O CNJ pretende verificar se a operação observou as normas que regem a administração financeira do Poder Judiciário, incluindo critérios de segurança, rentabilidade e interesse público. Também estão no foco da apuração eventuais responsabilidades administrativas e a regularidade dos atos praticados pelos gestores envolvidos na decisão. A transferência ganhou maior repercussão após a divulgação de que o Banco de Brasília é alvo de investigações da Polícia Federal relacionadas a suspeitas de gestão fraudulenta em outras operações. Diante desse contexto, entidades da sociedade civil e especialistas em controle público passaram a cobrar esclarecimentos sobre a escolha da instituição e a adoção de salvaguardas para proteger os recursos judiciais. Em nota, o Tribunal de Justiça do Maranhão informou que todos os procedimentos adotados seguiram a legislação vigente e que está à disposição do CNJ para prestar os esclarecimentos necessários. O banco, por sua vez, afirma colaborar com as autoridades e sustenta que suas operações são regulares. A investigação do CNJ não tem prazo definido para conclusão. Caso sejam constatadas irregularidades, o órgão poderá recomendar a adoção de medidas corretivas, a revisão da operação e até a responsabilização administrativa dos envolvidos. O caso segue em acompanhamento e pode ter desdobramentos tanto no âmbito do controle administrativo do Judiciário quanto nas investigações criminais em curso.
Politica

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu procedimento para investigar a transferência de aproximadamente R$ 2,8 bilhões do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) para o Banco de Brasília (BRB). A apuração busca esclarecer as circunstâncias, a legalidade e os critérios que motivaram a movimentação dos recursos públicos, realizada em meio a investigações conduzidas pela Polícia Federal que apuram suspeitas de gestão fraudulenta envolvendo a instituição financeira.

Segundo informações preliminares, o montante transferido é oriundo de depósitos judiciais e outros valores sob a guarda do Judiciário maranhense. A mudança da instituição responsável pela administração desses recursos levantou questionamentos quanto à transparência do processo, aos estudos técnicos que embasaram a decisão e aos possíveis riscos ao erário.

O CNJ pretende verificar se a operação observou as normas que regem a administração financeira do Poder Judiciário, incluindo critérios de segurança, rentabilidade e interesse público. Também estão no foco da apuração eventuais responsabilidades administrativas e a regularidade dos atos praticados pelos gestores envolvidos na decisão.

A transferência ganhou maior repercussão após a divulgação de que o Banco de Brasília é alvo de investigações da Polícia Federal relacionadas a suspeitas de gestão fraudulenta em outras operações. Diante desse contexto, entidades da sociedade civil e especialistas em controle público passaram a cobrar esclarecimentos sobre a escolha da instituição e a adoção de salvaguardas para proteger os recursos judiciais.

Em nota, o Tribunal de Justiça do Maranhão informou que todos os procedimentos adotados seguiram a legislação vigente e que está à disposição do CNJ para prestar os esclarecimentos necessários. O banco, por sua vez, afirma colaborar com as autoridades e sustenta que suas operações são regulares.

A investigação do CNJ não tem prazo definido para conclusão. Caso sejam constatadas irregularidades, o órgão poderá recomendar a adoção de medidas corretivas, a revisão da operação e até a responsabilização administrativa dos envolvidos. O caso segue em acompanhamento e pode ter desdobramentos tanto no âmbito do controle administrativo do Judiciário quanto nas investigações criminais em curso.

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